quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Dicas e fundamentos para ensinar e aprender com facilidade


  • Assim como a natureza começa do início, a aprendizagem começa pela “limpeza” da mente dos alunos, para poder “cultivá-la”.
  • O aluno precisa ser provocado, incentivado, desafiado a querer saber. “O método de ensinar deve diminuir o trabalho de aprender”.
  • Toda arte deve encerrar-se em muito poucas regras, mas exatíssimas. Toda regra deve estar contida em pouquíssimas palavras, mas claríssimas. Cada regra deve ser seguida de numerosos exemplos que façam ver como é grande a variedade dos casos a que se entende a sua aplicação.
  • Apresenta-se primeiro o que o aluno conhece, para depois introduzir o inédito.
  • Ensina-se o essencial e provoca-se o desejo de saber o restante.
  • É preciso dar tempo ao tempo. O aluno só vai entender algumas coisas quando tiver dominado as etapas anteriores.
  • Ensina-se a andar e depois se deixa que caminhem. Ninguém pode caminhar o caminho que é do outro.
  • Devem-se utilizar de todos os métodos e técnicas que se conhece, e até os que ainda não se conhece, para que se possa atuar da maneira melhor possível.
  • Deve-se mostrar ao aluno, sempre, a utilidade daquilo que vamos ensinar, para que ele não pense que é aprendizagem inútil e passe a desinteressar-se.
  • Na mesma escola, seja a mesma a ordem e os processos de todos os exercícios. Que todos os professores falem a mesma linguagem (metodologia, avaliação...).



Fonte: COMENIUS, Jan Amos (28/03/1592-15/11/1670), Didática magna; a arte de ensinar tudo a todos.

Oito dicas para manter os alunos motivados


 1. Estabelecer metas individuais. Isso permite que os alunos desenvolvam seu próprio critério de sucesso.

 2.  Emoções positivas melhoram a motivação. Se o professor puder tornar alguma coisa engraçada ou emocionante, a turma tende a aprender muito mais.

 3. Deve-se despertar no aluno o desejo de aprender.

4. É preciso dar atenção, mostre ao aluno que o progresso dele é importante. Ser indiferente a uma criança é um poderoso desmotivador.

5. Devem-se negociar regras para o desenvolvimento do trabalho.

6.  Mostrar como o conteúdo pode ser aplicado na vida real.

7. Em vez de recriminar respostas ou atitudes erradas, reconhecer o trabalho bem feito.

8. Sempre que possível, oferecer opções de atividades.


Fonte: COMENIUS, Jan Amos (28/03/1592-15/11/1670), Didática magna; a arte de ensinar tudo a todos.

segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

Sugestões de maquete de células


1ª Sugestão: Célula animal
Você irá precisar de um recipiente grande e fundo para representar a membrana plasmática. Ou um saco bem grande transparente daqueles que podem ser selados. Coloque dentro uma bola de isopor ou uma bola de aniversário colorida pequena cheia de água para representar o núcleo. Depois preencha o recipiente com gel de cabelo ou gelatina transparente bem mole (seu citoplasma).
Coloque no citoplasma:
  • Macarrão tipo parafuso= mitocôndria.
  • Fita fina ou barbante= retículo endoplasmático liso.
  • Barbante com contas = retículo endoplasmático rugoso.
  • Contas = ribossomo.
  • Uma fita grossa = complexo golgiense.
  • Contas grandes ou feijão= lisossomos


2ª Sugestão: Célula Vegetal
Faça o mesmo, mas coloque a sua membrana dentro de um recipiente quadrado (verde de preferência), para representar a parede celular.
Use:
  • Uma bola de encher com água para o vacúolo.
  • Contas verdes (cloroplastos)
Coloque as mesmas organelas acima (da célula animal)
3ª Sugestão: Célula Procarionte
Deixe a parede celular, mas retire o núcleo. Coloque uma fita contorcida para representar o material genético. Retire a mitocôndria, o complexo golgiense, cloroplastos. Coloque um barbante comprido do lado de fora representando o flagelo.

Outras ideias:








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